Representantes do IFPA Campus Castanhal e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará - SEDECT/PA se reuniram no dia 04 de maio para discutir a possibilidade de realização da Mostra Clara Pandolfo neste campus, com o objetivo principal de popularizar a ciência entre os jovens, o público-alvo desse evento.
Essa Mostra - composta por experiências em laboratórios, palestras, oficinas, mini-cursos, apresentações culturais, exposição de pôster, etc - percorrerá várias cidades de junho até outubro, quando ocorrerá a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (17 a 23 de outubro, com o tema "Mudanças climáticas, ), a qual é composta de várias programações simultâneas nos estados, sendo que no Pará ocorrerá, como parte dessas programações, a Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, de 19 a 21 de outubro, na Estação das Docas.
A idéia é que uma cidades de realização da Mostra seja Castanhal, em nosso campus, de 10 a 12 de agosto, fazendo-a coincidir com o Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural, Cooperativismo e Meio Ambiente. Também está cogitado incluir a Feira Regional da SEDUC como parte do evento.
Participaram da reunião, pelo IFPA Campus Castanhal os servidores Luís Nery Rodrigues, Gleice Izaura, Edivaldo Moura, Cícero Paulo e Adebaro Reis; e pela SEDECT, Bruno Sodré, Inês Barbosa e Madalena Bentes.
Um blog criado para informar, discutir, opinar e contribuir para melhorar a comunicação entre a comunidade escolar agricolina (incluindo egressos) do IFPA Campus Castanhal (antiga Escola Agrotécnica Federal de Castanhal / PA).
sexta-feira, 6 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
IFPA Campus Castanhal em Cooperação Internacional com universidade da Espanha
O IFPA Campus Castanhal e a Universidade Federal do Pará – UFPA estão promovendo um evento marco da celebração da cooperação internacional com a universidade de Alicante, na Espanha. É a I Jornada Internacional “Desenvolvimento Rural, Cooperativismo e Economia Solidária: desafios e práticas de sustentabilidade para a Cooperação Internacional”, que ocorre entre os dias 02 e 04 de maio, no IFPA Campus Castanhal e na UFPA (Belém).
A abertura do evento aconteceu hoje, no auditório central do IFPA Campus Castanhal. Pela manhã, foi uma composta uma mesa de abertura, formado pelo Vice-reitor do IFPA, João Antonio Correia Pinto, pelo Diretor Geral do IFPA Campus Castanhal, Edinaldo Feitosa, pela vice-diretora do Instituto de Ciências Sociais da UFPA, Maria José de Souza Barbosa, e pelo director de la accion complementaria en la Universidad de Alicante – España, José Daniel Gómez López. Em seguida, houve uma mesa temática sobre “Desenvolvimento Rural e Territorialidade”, coordenador pelo professor Ângelo Carvalho, com os palestrantes prof. Dr. José Daniel Gómez López, da Universidade de Alicante – Espanha, prof. Dr. Farid Eid, da Universidade Federal do Pará, e Sra. Maria Ivaneide Pereira Ramos, da Rede Bragantina de Economia Solidária – Artes e Sabores.
À tarde, ocorreu a Mesa Temática II, coordenada pela prof. Dra. Maria Grings Batista, cujo tema foi “Desenvolvimento Rural Sustentável: economia solidária e cooperativismo”, com os palestrantes prof. Dra. Maria José de Souza Barbosa, da UFPA, o prof. Dr. Ernandes Raiol da Silva, da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB/PA, o prof. Dr. Samuel Ortiz, da Universidade de Alicante, e Marcos Wesley Leite Lopes, da Rede Capim. Também fez parte da programação deste dia uma reunião técnica para a referida cooperação internacional entre o IFPA Campus Castanhal e a Universidade de Alicante.
A mesma reunião técnica de cooperação será realizada amanhã entre a Universidade de Alicante e a UFPA, no auditório do ICSA, em Belém, onde também ocorrerá a Mesa Temática III: “Desenvolvimento Rural e Intercooperação – universidades e empreendimentos econômicos solidários”. No dia 04, também na UFPA, será realizado um monitoramento e avaliação dos projetos de cooperação internacional entre a UFPA e a Universidade de Alicante. Que venham os nossos.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
ÁGUA, FOGO, PREGO, HUMOR E INTEGRAÇÃO
Uma atividade integrada envolvendo uma equipe multidisciplinar e estudantes dos cursos de Agropecuária (Ensino Médio e Subsequente), Florestas, Meio Ambiente e Agronomia, tendo como programação a participação em um Dia de Campo e visitas a produtores, tudo muito bem planejado com execução prevista para dois dias. E seriam dois dias, não fosse por três elementos: a água, o fogo e o prego.
A saída do ônibus foi no dia 28 de abril, cedinho da manhã (por volta de 5 horas). O destino: Dom Eliseu. Tudo certo e sem problemas, até o aparecimento do primeiro elemento: á água.
Em função das fortes chuvas, o asfalto da rodovia Belém Brasília cedeu, o que gerou uma enorme cratera em um trecho de São Miguel do Guamá que sabe Deus quando será totalmente recuperado. Não dava para esperar. E o nosso aguerrido ônibus teve que dar ré e tentar o plano B: ir por Irituia. Tudo daria certo não fosse pelo segundo elemento: o fogo.
Os moradores das áreas de várzea de uma das localidades do município, irritados com a inundação provocada pela chuva (olha a danada aí de novo), queimaram galhos e pneus fechando a estrada, gerando uma fila interminável de veículos. Não bastasse esse fato, um trecho da estrada por onde havíamos passado também resolveu ruir e em um outro ponto da rodovia Belém Brasília os Sem-Terra também fecharam. Estávamos ilhados em Irituia. Era o jeito esperar.
À tarde, a estrada foi finalmente liberada. Um pouco de paciência na grande fila de veículos e depois de um razoável tempo, lá ia o busão do Campus Castanhal pinaaaado na pista até que... opa! Era chegado o terceiro elemento: o prego!
Já anoitecia e estávamos numa curva, com os celulares fora de área, tentando de todas as formas por fim ao prego do busão. Mas, criatividade não faltou para resolveu a situação. E depois de um pouco mais de paciência, com a ajuda da solidariedade humana, foi possível chegar a Dom Eliseu, todos sãos e salvos (exceto por alguns odores desagradáveis oriundos da prorrogação da viagem). Fomos jantar lá pelas 21 horas, depois de nos acomodarmos em três hotéis (sim, não encontramos um hotel com vagas para todos, o que reforçava a suspeita crescente do grupo de que havia um “pé frio” em nosso meio).
Contudo, o que pode parecer a descrição de uma atividade integrada frustrada, não o foi, ainda que tivesse 50% de sua programação comprometida. E isso se deve a um quarto elemento, presente na atividade ininterruptamente desde o início da jornada até sua conclusão: o humor.
Para quem está acostumado com grupos que nas primeiras situações de adversidade se deixam levar pelo pessimismo, pelo estresse e falam em desistir do propósito e voltar atrás, esta seria uma ótima oportunidade para aprender a lidar com situações problemas de uma forma diferente. Ninguém falou em voltar, ou em ter se arrependido do “maldito momento em que colocou os pés no ônibus” ou qualquer coisa parecida. Pode parecer piegas, mas isso se deve a um outro elemento presente também em todo o percurso: a integração.
Professores bem articulados e sem perder o foco inicial, conseguiram, junto aos estudantes, replanejar as atividades e potencializar ao máximo o aprendizado. E os estudantes, embora de cursos e turmas diversas, deram um grande exemplo de integração, onde foi possível perceber a troca de saberes entre estudantes de graduação, ensino médio e técnico. Nada de uma turma se sentindo melhor que a outra. Nada de veteranos se achando melhores que os calouros. Estudantes participativos e claramente interessados, que aproveitaram muito da experiência junto aos professores Ricardo Cordeiro, Welligton Sena, Jaime e Gil, tomando nota e registrando tudo o que podiam para a elaboração de artigos científicos e de seminários integrados.
O Dia de Campo que parecia ter sido perdido, pois ocorreria no dia em que vários transtornos impediram nossa chegada a Dom Eliseu pela manhã, foi recuperado com brilhantismo no dia seguinte: Valdecir, representante da empresa Pionner, conduziu nossa visita com exclusividade pela enorme plantação de milho e soja da propriedade de um grande produtor local. Muitas informações, esclarecimentos e o fortalecimento de uma parceria da Pionner com o IFPA Castanhal iniciada no I Dia de Campo do Milho realizado em 2010.
Em seguida, fomos para outra propriedade, dessa vez para observar projetos produtivos com goiabeiras. Muito bem atendidos, pudemos verificar a qualidade do fruto, recebendo muitas informações sobre o cultivo, manejo, colheita e comercialização do mesmo. Também conhecemos uma antiga agroindústria da região. E no final cada participante ainda ganhou o direito de levar goiabas (entenda-se, muitas goiabas).
A atividade foi encerrada por volta das 16 horas do dia 29, com o grupo tanto satisfeito quanto cansado. De forma descontraída, foram sorteados cinco obras da Embrapa, doação do professor colaborador Olinto, presente na viagem, além de outros prêmios improvisados pelos próprios participantes, como sabonetes usados, rolo de papel higiênico, garrafas de água mineral sem água mineral, meia suja, uma foto 3 x 4 de um estudante que não recordo o nome e outras relíquias do tipo.
A atividade integrada deverá gerar artigos científicos e seminários a serem socializados na comunidade escolar do Campus Castanhal.
A chegada de volta a Castanhal ocorreu na madrugada do dia 30 de abril.
Abaixo, mais fotos da atividade:
PROJETO AÇAÍ
Professores do IFPA Campus Castanhal e mestrandos do Programa de Pós Graduação em Educação Agrícola da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ promoveram uma atividade pedagógica integrada no auditório do campus no último dia 27 de abril. Foi a culminância dos trabalhos de pesquisa dos professores Gilberta Souto, Édila Lobo e Roberto Dias, que conciliaram a necessidade de apresentar produções científicas na UFRRJ com a importância de trabalhar o currículo integrado no IFPA Campus Castanhal.
Auditório lotado. Estudantes bem empolgados. Afinal de contas, haveria uma série de palestras com vários professores do campus, bem como apresentações artísticas. E foram justamente essas apresentações que, logo após a fala de Édila Lobo, abriram o “Projeto Açaí”, nome carinhosamente dado à atividade integrada que tinha um dos mais especiais frutos amazônicos como tema. A primeira apresentação foi um recital de ballet (aliás a primeira apresentação do Corpo de Baile de Castanhal, mais um grupo artístico criado por iniciativa da professora de Artes Ana Patrícia Gutierrez), com as estudantes bailarinas Paula Coelho, Ana Karla Moura e Kamila Cristo.
O coral do campus, o “Meninos Cantores de Castanhal” (este ano com os estudantes das turmas 1ª A e 2ª C) também voltou a se apresentar, dessa vez interpretando as músicas “O Carimbó do Açaí”, de Verequete, e “Sabor Açaí”, de Nilson Chaves, com a participação da pianista Márcia Haydée Gutierrez.
A segunda parte da programação foi composta por várias palestras, que ocorreram até o final da manhã. A primeira foi “Dinâmica das populações de açaizais em áreas de várzes e o reflexo sobre as populações ribeirinhas”, ministrada pelo professor Gideão Santos. Em seguida, o professor Ricardo Cordeiro falou sobre o tema “Sistematização da adubação organomineral e irrigação em plantas de açaí em cultivo de terra firme”. A professora Késia Alves palestrou sobre “Pragas, doenças e defesa natural do açaí”, a professora Lucélia Silva falou a respeito de “Termos populares e a língua portuguesa”, a técnica em alimentos Elen Cristina Rodrigues abordou as “boas práticas de processamento do açaí”, e a professora Shirley, de Educação Física, por sua vez, apresentou “Jogando com o Açaí, relações entre ludicidade e cultura nas aulas de educação física no IFPA – Castanhal”, com estudantes do 2º ano - PROEJA.
Houve ainda apresentação de um painel contendo belíssimas fotografias, que ilustraram uma outra atividade integrada chamada “colheita, debulha e processamento do açaí”, realizada em 2010 com a turma 2ª D (Proeja Quilombola) pelos três referidos mestrandos.
AQUICULTURA EM FOCO
O IFPA Campus Castanhal tem sido cada vez mais palco de grandes e importantes eventos, sobre temáticas variadas. Dessa vez, o enfoque foi para a aqüicultura. Entre os dias 25 e 29 de abril de 2011, foi realizado em nosso campus a 1ª Semana Acadêmica de Aquicultura e 1º Workshop de Aquicultura da Amazônia Oriental, evento há bastante tempo previsto para envolver um público alvo formado pela comunidade externa e interna: professores, pesquisadores, estudantes, aquicultores, secretarias municipais, associações de aquicultores, empresários e outras pessoas com interesse na área.
A abertura do evento contou com as presenças do reitor do IFPA, Edson Ary, do Diretor Geral do Campus Castanhal, Edinaldo Feitosa, e do Diretor de Pós Graduação, Inovação, Pesquisa e Extensão do campus, Cícero Paulo, e do secretário adjunto da Secretaria Estadual de Pesca e Aquicultura do Pará, Dr. Henrique Sawakique, que compuseram a mesa solente de abertura.
A programação foi composta por várias palestras, exposição, minicursos e mesas redondas, com a participação de professores do campus na área de aqüicultura (carinhosamente conhecidos como “os peixes”) e professores pesquisadores de várias instituições, que vieram colaborar com o evento.
Com a coordenação do professor Marcelo Torres e com destaque para o grande envolvimento dos estudantes do curso de Tecnologia em Aquicultura do campus, o evento teve uma grande importância para a Instituição. Poderia ter sido melhor, houvesse mais público. Lamentável um evento dessa grandeza e com tanta qualidade ter tido uma participação relativamente pequena do público interno (afora os estudantes de aqüicultura) e do público externo (não se viu muitos estudantes de outras universidades), o que revela falhas na divulgação do evento, que merecia casa cheia. Quantidade não implica necessariamente em qualidade, mas um pouco mais de integração entre a comunidade escolar poderia ter abrilhantado a semana. Houvesse sido ela efetivada enquanto atividade do currículo integrado nossa comunidade escolar teria feito melhor proveito de uma ótima oportunidade.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Arte e Empreendedorismo
Esteve ontem em nosso campus o artista plástico Guataçara Monteiro, o qual fez uma exposição audiovisual de seu portfólio e falou sobre sua vida e carreira enquanto artista e empreendedor aos estudantes das turmas de 1ª série e à turma da 2ª série D (Proeja Quilombola), e a professores e servidores técnico-administrativos que prestigiaram o evento.
Guataçara Monteiro é castanhalense, ex-aluno do curso de agricultura de nosso campus (então Escola Agrotécnica Federal de Castanhal) e formado em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos/SP. O mesmo estimulou os estudantes a não sentir vergonha de exercitar seus potenciais artísticos, mostrando a importância de valorizar a cultura amazônica e enfatizando a possibilidade de se tornar um empreendedor através da arte.
Algumas fotos do evento:
Guataçara Monteiro é castanhalense, ex-aluno do curso de agricultura de nosso campus (então Escola Agrotécnica Federal de Castanhal) e formado em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos/SP. O mesmo estimulou os estudantes a não sentir vergonha de exercitar seus potenciais artísticos, mostrando a importância de valorizar a cultura amazônica e enfatizando a possibilidade de se tornar um empreendedor através da arte.
Algumas fotos do evento:
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