segunda-feira, 16 de maio de 2011

Resultado parcial da Eleição da CPA

Foram realizadas nesta última quinta-feira, dia 12 de maio, as eleições para os representantes dos docentes e dos técnico-administrativos na Comissão Própria de Avaliação - CPA do IFPA Campus Castanhal. A apuração foi aberta ao público, sendo escolhidos os três mais votados de cada categoria, sendo dois titulares e um suplente. Dentre os professores, os mais votados foram Álvaro Ayres (20 votos), Ângelo Carvalho (16 votos) e Maria Regina (13 votos); e dentre os servidores técnico-administrativos de nível superior foram Lígia Denyse (26 votos), Jefferson Gonçalves (18 votos) e Suzi Helena (16 votos).
Na segunda e na terça-feira, dias 16 e 17 de maio, deverão ser realizadas as eleições para representantes dos discentes das turmas de Agronomia e Aquicultura, respectivamente. Falta também realizar a escolha do representante da sociedade civil.

Confira os resultados:

PROFESSORES:

ÁLVARO REMÍGIO AYRES (20 votos, titular)
ANGELO RODRIGUES DE CARVALHO (16 votos, titular)
MARIA REGINA SARKIS P. JOELE (13 votos, suplente)
EDUARDO CARVALHO DE MORAES (12 votos)
LUIS ADRIANO SANTOS DO NASCIMENTO (10 votos)
REGINALDO PINHEIRO DA SILVA (10 votos)
EVERALDO RAIOL DA SILVA (9 votos)

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS:

LÍGIA DENYSE ASSUNÇÃO DA SILVA (26 votos, titular)
JEFFERSON DIAS GONÇALVES (18 votos, titular)
SUZI HELENA SOARES DOS SANTOS (16 votos, suplente)
MARIA GILSARA RODRIGUES DIAS (8 votos)
ELIANI DE SOUZA NEVES (8 votos)
PATRICK ANDERSON NASCIMENTO PIANE (5 votos)

É hora de falar sobre Bullying

Em continuidade ao trabalho de reflexão sobre bullying iniciado neste ano com a exibição do filme Bang! Bang! Você Morreu, a Equipe Técnico-Pedagógica do IFPA Campus Castanhal iniciou um trabalho de acompanhamento às turmas dos cursos de nível médio e subsequente do campus, como parte da preparação do Conselho de Classe que ocorrerá nos dias 26 e 27 desse mês. Quase todas as turmas já foram visitadas por membros da referida equipe.
Nessa visita, cada turma formou cinco grupos, cada um recebendo um envelope que contia a descrição de uma situação problema relacionada ao bullying. Os grupos tinham que ler e refletir sobre essas situações problemas e depois relatá-las à toda turma, expondo o que o grupo pensava a respeito. A reflexão sobre as situações envolvendo bullying continuavam com a leitura de um texto adaptado da psicopedagoga Jeane de Jesus Souza (fonte: http://www.pucrs.br/mj/bullying.php). 
Em seguida, os estudantes receberam um questionário onde puderam fazer uma avaliação do campus, desde o relacionamento na comunidade escolar, passando pela qualidade do atendimento prestado por setores de grande interesse dos discentes, pela infraestrutura institucional, até a avaliação de cada disciplina e docente (postura didática, metodologia, avaliação, frequência e pontualidade). Além, é claro, de uma enquete sobre bullying na escola, e de espaço para sugestões. Todos esses dados deveriam subsidiar as reflexões no Conselho de Classe e fornecerão importantes indicadores para direcionar as atividades pedagógicas do campus.

Abaixo, reprodução do texto refletido em sala de aula:


Bullying: quando a escola não é um paraíso

Brigas, ofensas, disseminação de comentários maldosos, agressões físicas e psicológicas, repressão. A escola pode ser palco de todos esses comportamentos, transformando a vida escolar de muitos alunos em um verdadeiro inferno.
         Há muitos casos de agressões e violências entre os alunos desde as séries iniciais até o ensino médio, demonstrando uma realidade assustadora que muitos desconhecem, ou não percebem, trazendo à tona a discussão sobre o fenômeno bullying, o grande vilão de toda essa história. Mas o que é? Quais suas conseqüências?



Significado do termo
          A palavra bullying é derivada do verbo inglês bully que significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também adota aspecto de adjetivo, referindo-se a “valentão”, “tirano”. Como verbo ou como adjetivo, a terminologia bullying tem sido adotada em vários países como designação para explicar todo tipo de comportamento agressivo, cruel, intencional e repetitivo inerente às relações interpessoais. As vítimas são os indivíduos considerados mais fracos e frágeis dessa relação, transformados em objeto de diversão e prazer por meio de “brincadeiras” maldosas e intimidadoras.
         Estudos indicam que as simples “brincadeirinhas de mau-gosto” de antigamente, hoje denominadas bullying, podem revelar-se em uma ação muito séria. Causam desde simples problemas de aprendizagem até sérios transtornos de comportamento responsáveis por índices de suicídios e homicídios entre estudantes.
          Mesmo sendo um fenômeno antigo, mantém ainda hoje um caráter oculto, pelo fato de as vítimas não terem coragem suficiente para uma possível denúncia. Isso contribui com o desconhecimento e a indiferença sobre o assunto por parte dos profissionais ligados à educação. Pode ser manifestado em qualquer lugar onde existam relações interpessoais.

Conseqüências marcantes
         As conseqüências afetam a todos, mas a vítima, principalmente a típica, é a mais prejudicada, pois poderá sofrer os efeitos do seu sofrimento silencioso por boa parte de sua vida. Desenvolve ou reforça atitude de insegurança e dificuldade relacional, tornando-se uma pessoa apática, retraída, indefesa aos ataques externos.
Muitas vezes, mesmo na vida adulta, é centro de gozações entre colegas de trabalho ou familiares. Apresenta um autoconceito de menos-valia e considera-se inútil, descartável. Pode desencadear um quadro de neuroses, como a fobia social e, em casos mais graves, psicoses que, a depender da intensidade dos maus-tratos sofridos, tendem à depressão, ao suicídio e ao homicídio seguido ou não de suicídio.
Em relação ao agressor, reproduz em suas futuras relações, o modelo que sempre lhe trouxe “resultados”: o do mando-obediência pela força e agressão. É fechado à afetividade e tende à delinqüência e à criminalidade.
Isso, de certa maneira, afeta toda a sociedade. Seja como agressor, como vítima, ou até espectador, tais ações marcam, deixam cicatrizes imperceptíveis em curto prazo. Dependendo do nível e intensidade da experiência, causam frustrações e comportamentos desajustados gerando, até mesmo, atitudes sociopatas.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Na rua, na chuva, na fazenda

Foi assim o II Dia de Campo do Milho, realizado no dia de hoje, na fazenda escola do IFPA Campus Castanhal. Ruas (ou melhor, dizendo, ramais) tomadas pela lama provocada pela forte chuva que continuou caindo desde a tarde do dia de ontem dificultaram o acesso do grande número de estudantes, servidores do campus, egressos, produtores e outros parceiros da Instituição que vieram prestigiar o evento. 
Embora isso tenha atrasado a programação por cerca de duas horas, não foi o suficiente para tirar a disposição dos participantes em atolar o pé na lama que tomou conta de parte da fazenda-escola, para prestigiar os estandes (estações), onde professores e estudantes de diversos cursos e turmas esperavam pelos convidados para, no dizer do professor Ricardo Cordeiro, explicar o "passo-a-passo" da produção de milho em integração com a pecuária.


Essa integração lavoura-pecuária já era celebrada em uma das estações do I Dia de Campo do Milho que ocorreu no ano passado, mas nesse II Dia de Campo ganhou maior destaque, resultado esse de pesquisas que comprovaram que a referida integração tem resultados surpreendentes na recuperação de lavouras degradadas, servindo como uma grande alternativa para os produtores do estado.
Foi ainda embaixo de chuva que o professor Edinaldo Feitosa, Diretor Geral do campus, proferiu as palavras de abertura do evento, seguido por representantes da Emater e do Banco do Brasil, que falaram sobre a satisfação de participar do evento. A Pionner, a exemplo do ano anterior, prosseguiu na já celebrada parceria com o campus.
Após boas-vindas e orientações dos professores Ricardo Cordeiro e Célia Guimarães, os participantes, divididos em grupos de 30 pessoas, começaram a percorrer as cinco estações do projeto. A primeira estação, coordenada pelo professor Gil Mendes Sales, abordou a amostragem de solo georeferenciada.
A segunda, que tratou sobre a mecanização e o preparo de área, esteve sob a coordenação do professor Wellinton Sena.
Na terceira estação, coordenada pelo professor Ricardo Cordeiro, foi enfatizado o manejo e a adubação do milho e do capim.
Na quarta, por sua vez, tratou sobre manejo integrado de pragas e híbridos do milho, com coordenação da professora Kézia Alves.
A quinta estação, por fim, encerrou as apresentações com orientações acerca do custo de produção e da Lucratividade a partir da integração Lavoura-Pecuária.
Ao final das visitas, os participantes foram convidados para um almoço servido no refeitório do campus. Abaixo, mais fotos:











Ciência e Tecnologia

Representantes do IFPA Campus Castanhal e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará - SEDECT/PA se reuniram no dia 04 de maio para discutir a possibilidade de realização da Mostra Clara Pandolfo neste campus, com o objetivo principal de popularizar a ciência entre os jovens, o público-alvo desse evento.


Essa Mostra - composta por experiências em laboratórios, palestras, oficinas, mini-cursos, apresentações culturais, exposição de pôster, etc -  percorrerá várias cidades de junho até outubro, quando ocorrerá a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (17 a 23 de outubro, com o tema "Mudanças climáticas, ), a qual é composta de várias programações simultâneas nos estados, sendo que no Pará ocorrerá, como parte dessas programações, a Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, de 19 a 21 de outubro, na Estação das Docas. 


A idéia é que uma cidades de realização da Mostra seja Castanhal, em nosso campus, de 10 a 12 de agosto, fazendo-a coincidir com o Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural, Cooperativismo e Meio Ambiente. Também está cogitado incluir a Feira Regional da SEDUC como parte do evento.


Participaram da reunião, pelo IFPA Campus Castanhal os servidores Luís Nery Rodrigues, Gleice Izaura, Edivaldo Moura, Cícero Paulo e Adebaro Reis; e pela SEDECT, Bruno Sodré, Inês Barbosa e Madalena Bentes.


terça-feira, 3 de maio de 2011

IFPA Campus Castanhal em Cooperação Internacional com universidade da Espanha

O IFPA Campus Castanhal e a Universidade Federal do Pará – UFPA estão promovendo um evento marco da celebração da cooperação internacional com a universidade de Alicante, na Espanha. É a I Jornada Internacional “Desenvolvimento Rural, Cooperativismo e Economia Solidária: desafios e práticas de sustentabilidade para a Cooperação Internacional”, que ocorre entre os dias 02 e 04 de maio, no IFPA Campus Castanhal e na UFPA (Belém).

A abertura do evento aconteceu hoje, no auditório central do IFPA Campus Castanhal. Pela manhã, foi uma composta uma mesa de abertura, formado pelo Vice-reitor do IFPA, João Antonio Correia Pinto, pelo Diretor Geral do IFPA Campus Castanhal, Edinaldo Feitosa, pela vice-diretora do Instituto de Ciências Sociais da UFPA, Maria José de Souza Barbosa, e pelo director de la accion complementaria en la Universidad de Alicante – España, José Daniel Gómez López. Em seguida, houve uma mesa temática sobre “Desenvolvimento Rural e Territorialidade”, coordenador pelo professor Ângelo Carvalho, com os palestrantes prof. Dr. José Daniel Gómez López, da Universidade de Alicante – Espanha, prof. Dr. Farid Eid, da Universidade Federal do Pará, e Sra. Maria Ivaneide Pereira Ramos, da Rede Bragantina de Economia Solidária – Artes e Sabores.

À tarde, ocorreu a Mesa Temática II, coordenada pela prof. Dra. Maria Grings Batista, cujo tema foi “Desenvolvimento Rural Sustentável: economia solidária e cooperativismo”, com os palestrantes prof. Dra. Maria José de Souza Barbosa, da UFPA, o prof. Dr. Ernandes Raiol da Silva, da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB/PA, o prof. Dr. Samuel Ortiz, da Universidade de Alicante, e Marcos Wesley Leite Lopes, da Rede Capim.  Também fez parte da programação deste dia uma reunião técnica para a referida cooperação internacional entre o IFPA Campus Castanhal e a Universidade de Alicante.

A mesma reunião técnica de cooperação será realizada amanhã entre a Universidade de Alicante e a UFPA, no auditório do ICSA, em Belém, onde também ocorrerá a Mesa Temática III: “Desenvolvimento Rural e Intercooperação – universidades e empreendimentos econômicos solidários”. No dia 04, também na UFPA, será realizado um monitoramento e avaliação dos projetos de cooperação internacional entre a UFPA e a Universidade de Alicante. Que venham os nossos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

ÁGUA, FOGO, PREGO, HUMOR E INTEGRAÇÃO

Uma atividade integrada envolvendo uma equipe multidisciplinar e estudantes dos cursos de Agropecuária (Ensino Médio e Subsequente), Florestas, Meio Ambiente e Agronomia, tendo como programação a participação em um Dia de Campo e visitas a produtores, tudo muito bem planejado com execução prevista para dois dias. E seriam dois dias, não fosse por três elementos: a água, o fogo e o prego.

A saída do ônibus foi no dia 28 de abril, cedinho da manhã (por volta de 5 horas). O destino: Dom Eliseu. Tudo certo e sem problemas, até o aparecimento do primeiro elemento: á água.

Em função das fortes chuvas, o asfalto da rodovia Belém Brasília cedeu, o que gerou uma enorme cratera em um trecho de São Miguel do Guamá que sabe Deus quando será totalmente recuperado. Não dava para esperar. E o nosso aguerrido ônibus teve que dar ré e tentar o plano B: ir por Irituia. Tudo daria certo não fosse pelo segundo elemento: o fogo.

Os moradores das áreas de várzea de uma das localidades do município, irritados com a inundação provocada pela chuva (olha a danada aí de novo), queimaram galhos e pneus fechando a estrada, gerando uma fila interminável de veículos. Não bastasse esse fato, um trecho da estrada por onde havíamos passado também resolveu ruir e em um outro ponto da rodovia Belém Brasília os Sem-Terra também fecharam. Estávamos ilhados em Irituia. Era o jeito esperar.

À tarde, a estrada foi finalmente liberada. Um pouco de paciência na grande fila de veículos e depois de um razoável tempo, lá ia o busão do Campus Castanhal pinaaaado na pista até que... opa! Era chegado o terceiro elemento: o prego!

Já anoitecia e estávamos numa curva, com os celulares fora de área, tentando de todas as formas por fim ao prego do busão. Mas, criatividade não faltou para resolveu a situação. E depois de um pouco mais de paciência, com a ajuda da solidariedade humana, foi possível chegar a Dom Eliseu, todos sãos e salvos (exceto por alguns odores desagradáveis oriundos da prorrogação da viagem). Fomos jantar lá pelas 21 horas, depois de nos acomodarmos em três hotéis (sim, não encontramos um hotel com vagas para todos, o que reforçava a suspeita crescente do grupo de que havia um “pé frio” em nosso meio).

Contudo, o que pode parecer a descrição de uma atividade integrada frustrada, não o foi, ainda que tivesse 50% de sua programação comprometida. E isso se deve a um quarto elemento, presente na atividade ininterruptamente desde o início da jornada até sua conclusão: o humor.


Para quem está acostumado com grupos que nas primeiras situações de adversidade se deixam levar pelo pessimismo, pelo estresse e falam em desistir do propósito e voltar atrás, esta seria uma ótima oportunidade para aprender a lidar com situações problemas de uma forma diferente. Ninguém falou em voltar, ou em ter se arrependido do “maldito momento em que colocou os pés no ônibus” ou qualquer coisa parecida. Pode parecer piegas, mas isso se deve a um outro elemento presente também em todo o percurso: a integração.

Professores bem articulados e sem perder o foco inicial, conseguiram, junto aos estudantes, replanejar as atividades e potencializar ao máximo o aprendizado. E os estudantes, embora de cursos e turmas diversas, deram um grande exemplo de integração, onde foi possível perceber a troca de saberes entre estudantes de graduação, ensino médio e técnico. Nada de uma turma se sentindo melhor que a outra. Nada de veteranos se achando melhores que os calouros. Estudantes participativos e claramente interessados, que aproveitaram muito da experiência junto aos professores Ricardo Cordeiro, Welligton Sena, Jaime e Gil, tomando nota e registrando tudo o que podiam para a elaboração de artigos científicos e de seminários integrados.

O Dia de Campo que parecia ter sido perdido, pois ocorreria no dia em que vários transtornos impediram nossa chegada a Dom Eliseu pela manhã, foi recuperado com brilhantismo no dia seguinte: Valdecir, representante da empresa Pionner, conduziu nossa visita com exclusividade pela enorme plantação de milho e soja da propriedade de um grande produtor local. Muitas informações, esclarecimentos e o fortalecimento de uma parceria da Pionner com o IFPA Castanhal iniciada no I Dia de Campo do Milho realizado em 2010.

Em seguida, fomos para outra propriedade, dessa vez para observar projetos produtivos com goiabeiras. Muito bem atendidos, pudemos verificar a qualidade do fruto, recebendo muitas informações sobre o cultivo, manejo, colheita e comercialização do mesmo. Também conhecemos uma antiga agroindústria da região. E no final cada participante ainda ganhou o direito de levar goiabas (entenda-se, muitas goiabas).

A atividade foi encerrada por volta das 16 horas do dia 29, com o grupo tanto satisfeito quanto cansado. De forma descontraída, foram sorteados cinco obras da Embrapa, doação do professor colaborador Olinto, presente na viagem, além de outros prêmios improvisados pelos próprios participantes, como sabonetes usados, rolo de papel higiênico, garrafas de água mineral sem água mineral, meia suja, uma foto 3 x 4 de um estudante que não recordo o nome e outras relíquias do tipo.

A atividade integrada deverá gerar artigos científicos e seminários a serem socializados na comunidade escolar do Campus Castanhal.

A chegada de volta a Castanhal ocorreu na madrugada do dia 30 de abril.

Abaixo, mais fotos da atividade: